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De carona, candidato da Unicamp percorre 190 km para fazer a prova
Kayque e Viviane Gomes, antes da abertura dos portões (Foto: Fernando Pacífico / G1 Campinas)
 

O estudante Matheus Oliveira, 17 anos, aproveitou a carona de um amigo para percorrer os 180 quilômetros que separam Pouso Alegre (MG) de Campinas (SP), onde presta o vestibular da Unicamp neste domingo (11).

Oliveira saiu de casa às 7h30, para garantir que chegaria bem antes do fechamento dos portões do Colégio Liceu Salesiano, no bairro Taquaral.

O esforço foi recompensado. Oliveira chegou por volta das 10h30 à escola, duas horas e meia antes do fechamento dos portões. Tempo suficiente para relaxar e rever questões de vestibulares anteriores da instituição, impressas em um folheto distribuído por um cursinho de Valinhos, na entrada do prédio.

"Chegar bem cedo não aumenta a ansiedade", avalia Oliveira. Ele se considera bem preparado para conseguir a vaga no curso de engenharia de controle e automação. O ingresso na Unicamp, todavia, é sua terceira opção, atrás da Universidade Federal de Itajubá (Unifei) e da Politécnica da USP.

Sem preocupação
Matheus Argientieri, de 17 anos, também chegou cedo ao Liceu. O estudante veio de Amparo, a 80 quilômetros da cidade, para concorrer a uma vaga no curso de gestão de empresas em ciências econômicas. Ao lado de Oliveira, que acabara de conhecer, ele também mostrou tranquilidade, por já ter sido aprovado ao curso de direito em uma universidade particular.

Romance e treino
O casal de namorados Kayque Carlos Costa, de 19 anos, e Viviane Gomes, 17, chegaram juntos ao local do vestibular. O jovem, que presta engenharia mecânica, e a estudante, candidata à vaga de ciências biológicas, vieram de Indaiatuba, a 40 quilômetros de Campinas.

"Ela está mais ansiosa do que eu. O bom é que são áreas diferentes e um ajuda o outro. Só será complicado se um passar", disse aos risos. O casal apontou a redação como o ponto mais difícil da avaliação.

A treineira Karen Cruvineli, de 16 anos, mora no bairro Santa Genebra, em Campinas, mas preferiu chegar com antecedência para evitar problemas. A estudante, aluna do segundo ano do ensino médio, chegou acompanhada dos pais às 11h30, para testar os conhecimentos. "Vou aproveitar o tempo máximo da avaliação", disse Karen. Ela pretende cursar farmácia.

A estudante conta que decidiu pela carreira após fazer aulas práticas no colégio. O analista de sistemas Eliton Cruvineli, pai de Karen, ressalta a importância de acompanhar a filha. "É importante ver ela chegando a esta fase importante. Nós tentamos ajudar, mas não influenciamos na escolha", afirmou.


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